Advogado para salário-maternidade
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Salário-maternidade
Desempregada, autônoma, MEI ou trabalhadora rural também podem ter direito ao salário-maternidade, mas são justamente esses pedidos que o INSS mais nega. Muitas negativas podem ser revertidas.

Quando vale procurar um advogado
Quem trabalha de carteira assinada costuma receber o salário-maternidade sem complicação, pela própria empresa. As dificuldades aparecem para quem pede direto ao INSS:
- o pedido foi indeferido e você não entendeu o motivo;
- você estava desempregada quando o bebê nasceu ou foi adotado;
- você é autônoma, MEI ou contribui como facultativa e o INSS diz que faltam contribuições;
- você é trabalhadora rural e o INSS não aceitou as provas da atividade;
- o MEI tinha guias (DAS) atrasadas na época do parto.
Os motivos mais comuns de negativa
- Perda da qualidade de segurada. O INSS entende que você já estava fora do período de graça quando o bebê nasceu. Às vezes o prazo foi contado errado: ele pode ser maior para quem tem muitos anos de contribuição ou ficou desempregada.
- Contribuições que não aparecem no CNIS. Pagamentos feitos com código errado, abaixo do mínimo ou que não foram processados.
- Falta de prova do trabalho rural. Documentos em nome de outra pessoa da família, ou poucos documentos, são recusados com frequência, mesmo quando a lei permite usá-los.
- Dúvidas sobre a carência. Desde a decisão do STF de 2024 nas ADIs 2110 e 2111, não se pode mais exigir 10 contribuições da autônoma, da MEI ou da facultativa para o salário-maternidade. Mesmo assim, ainda aparecem negativas com esse motivo.
O que o advogado faz
- Lê a carta de indeferimento e confere se o motivo está certo.
- Refaz a conta do período de graça, com os prazos que a lei permite.
- Corrige o CNIS com as guias e comprovantes de pagamento.
- Organiza as provas do trabalho rural, quando for o caso.
- Recorre ao INSS ou entra com a ação na Justiça Federal.
Salário-maternidade negado: o que fazer
- Recurso administrativo ao Conselho de Recursos da Previdência Social, em até 30 dias.
- Ação na Justiça Federal, pelo Juizado Especial Federal, para causas de até 60 salários mínimos.
O salário-maternidade dura 120 dias. Se a Justiça reconhecer o direito, você recebe tudo de uma vez, corrigido.
Quanto custa
O mais comum é o honorário de êxito, uma porcentagem dos valores atrasados recebidos, em geral entre 20% e 30%. Se o benefício não sair, normalmente você não paga o seu advogado.
Peça o contrato por escrito antes de começar. Enviar o seu caso por este site não custa nada.
Documentos para a primeira conversa
- documento com foto e CPF;
- certidão de nascimento do bebê, ou o termo de guarda ou de adoção;
- carteiras de trabalho e o extrato do CNIS (Meu INSS);
- guias pagas como autônoma, MEI (DAS) ou facultativa;
- carta de indeferimento;
- para trabalhadora rural: documentos que mostrem a atividade, como notas de venda da produção, declaração do sindicato, cadastro de imóvel rural ou ficha de atendimento no posto de saúde com a profissão.
Para entender quem tem direito e quanto se recebe, leia o guia Salário-maternidade: quem tem direito.
Por Equipe Tudo Sobre INSS · Atualizado em
Atendimento a distância, sem sair de casa
- O advogado não precisa ser de a sua cidade. O pedido ao INSS é feito pelo Meu INSS, e o processo na Justiça Federal é eletrônico e pode ser acompanhado de qualquer lugar.
- A conversa e o envio de documentos são pelo WhatsApp, e o contrato pode ser assinado pelo celular.
- Perícias e audiências são marcadas perto de você, e muitas audiências são por vídeo. Quando precisa ser presencial, o advogado vai ou conta com um colega da região.
Prefere contar mais sobre o seu caso?
Conte o que aconteceu. Entramos em contato pelo seu WhatsApp o mais breve possível.
Dúvidas sobre salário-maternidade
Meu salário-maternidade foi indeferido. O que significa?
Significa que o INSS negou o pedido. A carta de indeferimento, no Meu INSS, diz o motivo. Os mais comuns são falta de qualidade de segurada, contribuições que não aparecem no CNIS e, para a trabalhadora rural, falta de prova da atividade.
Desempregada tem direito ao salário-maternidade?
Pode ter, se ainda estiver no chamado período de graça: em geral, até 12 meses depois da última contribuição, prazo que pode ser maior em alguns casos. Nesse caso, quem paga é o INSS.
Quanto cobra um advogado para salário-maternidade?
O mais comum é o honorário de êxito: uma porcentagem dos valores atrasados recebidos, em geral entre 20% e 30%. Se o benefício não sair, normalmente você não paga o seu advogado. Peça o contrato por escrito.
Qual o prazo para recorrer?
O recurso ao próprio INSS deve ser feito em até 30 dias depois da resposta. Também é possível entrar direto com uma ação na Justiça Federal.
O bebê já nasceu faz tempo. Ainda dá para pedir?
Em geral, sim: o salário-maternidade pode ser cobrado dentro de 5 anos. Quanto antes você pedir, mais simples fica juntar as provas.
Atendimento a distância para todo o Brasil. Veja a página do advogado previdenciário na sua cidade.
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