Advogado para pensão por morte
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Pensão por morte
A pensão por morte costuma ser negada quando a união estável não tem papel, quando o falecido tinha parado de contribuir ou quando o INSS conta errado o tempo de casamento. Em muitos desses casos, a família tem direito e consegue provar.

Quando vale procurar um advogado
Quando a família tem a certidão de casamento e o falecido estava contribuindo ou já era aposentado, a pensão costuma sair sem complicação. A ajuda faz diferença quando:
- a união estável não tem papel e o INSS não aceitou as provas;
- o falecido tinha parado de contribuir ou trabalhava sem registro;
- a pensão saiu só por 4 meses, ou com um prazo menor do que deveria;
- os pais ou um filho maior com deficiência dependiam do falecido e o INSS negou;
- o valor parece baixo, ou o INSS cortou a pensão ao conceder uma aposentadoria;
- há uma ex-esposa ou outro dependente dividindo a pensão.
Os motivos mais comuns de negativa
- Falta de prova da união estável. É o motivo número um. O INSS exige documentos de até 2 anos antes do falecimento e muitas vezes recusa o que a família tem. Juntar provas de vários tipos costuma resolver.
- Perda da qualidade de segurado do falecido. O INSS conta o período de graça sem considerar o desemprego, os anos de contribuição ou uma doença que impedia o trabalho antes da morte.
- Falecido sem registro. Se ele trabalhava sem carteira, o vínculo pode ser reconhecido depois, com provas do trabalho.
- Dependência econômica não provada. Pais e irmãos precisam mostrar que dependiam do falecido. Cônjuge, companheiro e filhos não precisam.
O que o advogado faz
- Lê a carta de indeferimento e confere a data de início e o prazo da pensão.
- Monta a prova da união estável com documentos de tipos diferentes e testemunhas.
- Confere a qualidade de segurado do falecido, com o CNIS e a carteira de trabalho, e se ele já tinha direito a alguma aposentadoria.
- Refaz o cálculo do valor, inclusive quando a pensão se soma a uma aposentadoria.
- Recorre ao INSS ou entra com a ação na Justiça Federal.
Pensão por morte negada: o que fazer
- Recurso administrativo ao Conselho de Recursos da Previdência Social, em até 30 dias da resposta.
- Ação na Justiça Federal, pelo Juizado Especial Federal, para causas de até 60 salários mínimos. Na ação, as testemunhas da união estável são ouvidas pelo juiz, muitas vezes por vídeo.
Se a Justiça reconhecer o direito, você recebe os atrasados desde o falecimento ou desde o pedido, corrigidos.
Quanto custa
O mais comum é o honorário de êxito, uma porcentagem dos valores atrasados recebidos, em geral entre 20% e 30%. Se a pensão não sair, normalmente você não paga o seu advogado.
Peça o contrato por escrito antes de começar. Enviar o seu caso por este site não custa nada.
Documentos para a primeira conversa
- documento com foto e CPF seu e do falecido;
- certidão de óbito;
- certidão de casamento ou provas da união estável (contas no mesmo endereço, conta conjunta, filhos em comum, plano de saúde, fotos e mensagens com data);
- carteiras de trabalho e o extrato do CNIS do falecido;
- carta de concessão ou de aposentadoria do falecido, se ele já era aposentado;
- carta de indeferimento ou de concessão da pensão.
Para entender quem tem direito, por quanto tempo e qual o valor, leia o guia Pensão por morte: quem tem direito.
Por Equipe Tudo Sobre INSS · Atualizado em
Atendimento a distância, sem sair de casa
- O advogado não precisa ser de a sua cidade. O pedido ao INSS é feito pelo Meu INSS, e o processo na Justiça Federal é eletrônico e pode ser acompanhado de qualquer lugar.
- A conversa e o envio de documentos são pelo WhatsApp, e o contrato pode ser assinado pelo celular.
- Perícias e audiências são marcadas perto de você, e muitas audiências são por vídeo. Quando precisa ser presencial, o advogado vai ou conta com um colega da região.
Prefere contar mais sobre o seu caso?
Conte o que aconteceu. Entramos em contato pelo seu WhatsApp o mais breve possível.
Dúvidas sobre pensão por morte
O INSS negou a pensão porque eu não era casada no papel. Perdi o direito?
Não necessariamente. A união estável dá o mesmo direito que o casamento, mas precisa ser provada com documentos, de preferência dos 2 anos antes do falecimento, como conta no mesmo endereço, conta conjunta, plano de saúde ou seguro com você como dependente. Testemunhas completam a prova, mas não bastam sozinhas.
Meu marido tinha parado de contribuir. A família tem direito à pensão?
Pode ter. Ele pode estar no período de graça, que vai de 12 a 36 meses depois da última contribuição. E, se ele já tinha cumprido os requisitos de alguma aposentadoria, a pensão é devida mesmo sem contribuições recentes.
Por que a minha pensão foi concedida só por 4 meses?
O INSS paga só 4 meses quando o falecido tinha menos de 18 contribuições ou o casamento ou a união tinham menos de 2 anos. Vale conferir: contribuições antigas contam, e o tempo de união pode ser maior do que o do papel. Se a morte foi por acidente ou doença do trabalho, essa regra não se aplica.
Quanto cobra um advogado para pensão por morte?
O mais comum é o honorário de êxito: uma porcentagem dos valores atrasados recebidos, em geral entre 20% e 30%. Se a pensão não sair, normalmente você não paga o seu advogado. Peça o contrato por escrito.
Qual o prazo para pedir a pensão por morte?
Não há prazo para perder o direito. Mas, para receber desde a data do falecimento, o pedido deve ser feito em até 90 dias (180 dias para filhos menores de 16 anos). Depois disso, a pensão é paga a partir do pedido.
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